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" Se não houver frutos, valeu a beleza das flores;
se não houver flores, valeu a sombra das folhas;
se não houver folhas, valeu a intenção da semente"
Henfil
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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Delicadeza




São plantas lindas, delicadas, mas ao mesmo tempo resistentes. Depois de ter "quase" perdido as folhas no inverno, voltou a brotar cheia de força e de há uns dias para cá não pára de dar flores.


E eu não me canso de olhar para elas, talvez pela sua forma tão invulgar.


Esta planta comprei-a num garden center, já em flor. Depois de muitos anos sem conseguir ter uma Aquilégia, fui encontrar aqui no jardim uma muito pequenina, talvez nascida de uma semente trazida pelo vento ou mais provável, pelos pássaros. Essa ainda continua muito pequena. Entretanto deram-me sementes, que nasceram muito bem, mas que também ainda são plantas muito pequeninas.
Como se não chegasse, este ano comprei num hipper uma saqueta com três "rizomas", sim, por que estas plantas têm umas raizes que parece rizomas, mas não creio pertenceram às rizomatosas.
Experimentem, vale a pena ter uma planta destas!

segunda-feira, 17 de março de 2008

Veludo

E como as flores este ano estão todas cheias de pressa, apresento-vos este menino:


sexta-feira, 14 de março de 2008

Agora??

Hemerocallis




Ismene

Foi uma grande surpresa quando estas flores começaram a ganhar botão.

São flores de Verão, mas devem estar um pouco baralhadas.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Cores e mais cores



Assim está o meu cantinho!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Tête-à-tête


Um pouco mais tardio que os tazetta, este pequeno narciso quase que passa despercebido no meio das folhas dos outros.

Freesias


Já falta pouco para poder sentir o aroma das Frésias.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Novidade no Jardim

O meu jardim tem o prazer de apresentar a Sra D. Watsónia, uma das suas residentes mais recentes. Chegou cá esta Primavera, junto com algumas irmãs, depois de uma espera de um ano para atravessarem o Rio Tejo e deixarem as terras areentas da Lezíria e começarem uma nova vida nestas terras mais argilosas. Quando cá chegaram, já traziam pequenos rebentos, o que queria dizer que já deviam ter sido plantadas. Assim o fiz, e passadas algumas semanas, já se viam ao cimo da terra pequenas folhinhas a brotar.
Existem vários bolbos plantados, uns aqui, outros ali, alguns deles não devem dar flor este ano, talvez por serem ainda pequenos ou terem sido plantados muito tarde, mas este foi o primeiro a abrir. Começou com uma haste muito alta, tem mais ou menos 1,5m, as flores foram abrindo, agora onde começaram as primeiras flores, tem umas hastes mais pequenas, também com botões florais.
Falando um pouco das folhas, são muito compridas e rijas, do género das folhas dos lírios d'água, mas como são pesadas, tombam com muita facilidade.
Esta planta com o tempo, forma grandes maciços, pelo que precisa de algum espaço.
As cores que já vi são este rosa claro a puxar para o lilás, e o branco. Também existem noutros tons, mas nunca os vi ao vivo e a cores, como estas.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Primeira Flor

A primeira flor de Canna Indica deste ano. Deram-me uns rizomas o ano passado, por altura do Verão, mas como é uma planta super resistente, aguentaram-se bem com a mudança de terra e de clima (saiu de uma povoação à beira mar plantada para vir para umas centenas de Kms de distância, onde o calor é muito mais seco e o vento mais devastador). Não lhe tenho dado grande atenção, até porque está numa parte do jardim que só lá vou de vez em quando. Há dias fiquei admirada com esta flor, não a esperava já.
Uma curiosidade sobre os seus nomes populares: No Alentejo chamam-lhe Milhos, na Madeira Bananilhas, cá não lhe conheço nenhum nome popular (vou averiguar).

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Três em Um






Por estranho que pareça, todas estas fotos são da mesma planta. É um bolbo novo, comprado este ano, como sendo cor de laranja. Realmente é dessa cor, mas no inicio foi amarelo. Quando abriu, pensei que, mais uma vez, tinha sido enganada. Ao fim de uns dias, começava a mudar de cor, ganhando tons alaranjados. Foi-se tornando mais intenso, até que agora, que já tem umas duas semanas, a flor está a tornar-se mais delgada, como que estando-se a fechar, e está cada vez mais escura.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Flor de Lis

Durante muito tempo, procurei esta planta por muitos sítios, sempre sem sucesso. Niguém a conhecia, já tinha pensado que só comprando pela net é que a teria no meu jardim, até que um dia...
Um dia fui visitar uma tia. Ao chegar ao seu quintal bati de imediato com os olhos naquela flor que tanto tinha procurado. Afinal estava tão perto e eu nunca a tinha visto. Bem, conto-vos um pouco a história destes bolbos (os agora meus): Esta minha tia já tem bolbos desta flor há muitos muitos anos, já os tinha a sua sogra, que depois ficaram para ela. Chama-lhes Flor de Lis. Os cuidados que lhes dá? Quase nenhuns, algumas regas e pouco mais.
Os vasos onde se encontram e onde estavam os "meus" bolbos, não eram mais que baterias de carro, velhas, pintadas de branco, com uns furos em baixo. Quando lhe pedi se me dava UM bolbo, prontificou-se logo a sacar um, mas de tão apertados que estavam nas suas "baterias", não se conseguiu tirar nenhum. Solução da minha tia "Levas o vaso". Não queria acreditar. Ia levar para casa um conjunto de bolbos de Sprekelia Formosissíma, que eram de família, era como uma herança de um móvel ou uma louça centenária. Fiquei radiante.
Como estavam em flor (foi mais ou menos por esta altura, há um ano atrás), não lhes mexi. Quando terminaram a floração, meti mãos à obra, o que não foi tão fácil como parecia. De estarem há tanto tempo naquele recipiente com a terra há anos sem ser mudada, estavam como que solidificados com a terra, com o vaso, sei lá que mais... Ao fim de muito esforço, de bater com a bateria velha no chão, de sacurir e sacudir e sacudir, lá saiu o bolo completo.
Bolbos grandes, bolbos pequenos, havia-os de todos os tamanhos.

E depois? Depois, não há muito a contar. Dividi-os por dois vasos, em terra de mistura, cuidei deles no Outono e Inverno, para me assegurar que voltariam a brotar, na Primavera começaram a dar ares da sua graça, e agora decidiram presentear-me com as suas flores.

Obrigada tia Odete

domingo, 3 de junho de 2007

Lirios da Chuva

Chamam-lhes Lírios da Chuva, pois têm tendência em florir depois de sentirem que choveu. Como este nosso tempo anda de "cangalhas às avessas", as minhas Zephyranthes decidiram florescer mais cedo este ano.
Lembro-me que o ano passado em Setembro ainda estavam a dar flores. Não creio que este ano se aguentem tanto tempo a florescer, visto terem começado muito cedo.
Estas bolbosas são muito fáceis de cultivar, quase nos esquecemos delas, excepto quando começam a florir. Multiplicam-se com muita facilidade, ganhando novos bolbos rapidamente.
Pelo que tenho estado a observar, são plantas que não gostam de estar muito apertadas no vaso.
Há uns dois anos comprei uma embalagem com 10 ou 12 bolbos. Plantei-os todos no mesmo vaso e aí têm estado desde que há uns meses atrás, quando decidi mudá-los. Nunca imaginei que iria encontrar o triplo dos bolbos que tinha plantado. Formei dois novos vasos, juntei com outras bolbosas, plantei na terra dos canteiros e ainda sobraram para oferecer.
Talvez esta mudança também tenha ajudado a que dessem flor mais cedo, junto com o tempo chuvoso.

sábado, 2 de junho de 2007

Lilium Surpresa



Ás vezes é preciso esperar quase uma eternidade para ver uma planta dar flor. Este bolbo foi comprado o ano passado, já um pouco fora de epóca e bastante desidratado. Como a embalagem tinha a fotografia de um Lilium trompeta amarelo "torrado", não resisti e comprei-o mesmo assim.
Quando cheguei a casa, plantei-o de imediato, e nos dias que se seguiram não o perdi de vista um só dia. Após algumas semanas de espera, comecei a ver algo a sair da terra. Foi crescendo, crescendo, mas, como tinha estado muito tempo fora da terra, não se desenvolveu como um bolbo bem nutrido. Cresceu aproximadamente uns 30cm, com umas folhinhas muito finas, bem diferentes das dos outros Liliums. Nessa altura começaram a aparecer umas pequenas folhas rente à terra, sinónimo de que se estava a multiplicar.
O Verão passou, secaram-se todas as folhas e eu não lhe mexi, sempre com muito medo de fazer algum disparate. Assim passou parte do Outono e do Inverno.
No final deste Inverno decidiu que já estava preparado para sair cá para fora de novo, desta vez com toda a energia que tinha acumulado. Em vez de um, nasceram dois Liliums e alguns filhotes. Cresceram bastante alto, quase 1 metro, e desde cedo vi que cada caule só tinha um botão.
A expectativa nesta altura já era enorme, pois ansiava por ver ao vivo essa flor amarelo "torrado". Os botões foram crescendo e quando chegaram quase à altura de abrir, altura em que começamos a ver se a flor será clara ou escura pela tonalidade do botão, estes meus eram cada vez mais brancos.
No dia em que abriu a flor, esqueci-me de imediato do amarelo "torrado".
Posso dizer que valeu a pena todo este tempo de espera.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Raiado

Estes Gladiolus cada vez me encantam mais. Cada nova flor que abre, é diferente da anterior. Esta, por exemplo, surpreendeu-me, pois não esperava uma flor assim. Talvez em amarelo com uns traços escuros, como alguns dos outros, mas não, veio como que bordado à volta na cor vermelha, que na minha opinião, liga muito bem com o amarelo.
O que me preocupa nestas bolbosas, é que as folhas têm tendência a ganhar umas manchas esbranquiçadas, que as vão enfraquecendo . Não são pragas, mas talvez algum vírus. Ainda não descobri maneira de o eliminar.

sábado, 19 de maio de 2007

Mais cor de rosa



Esta Alstroemeria abriu mais tarde que a anterior, talvez por ser mais jovem.

De um rosa forte, dá para notar que a pétala de baixo não tem os riscos que tem a vermelha. Como eu costumo dizer, há sempre qualquer coisa de diferente para descobrirmos.

Rosa à vista

Após alguns meses de dormência, e do crescimento das folhas, eis que aparece o fruto dessa longa espera.
Conhecida por muitos como Jarro, é uma flor muito simples de cuidar. Basta ter o cuidado de não lhe deixar secar a terra e de mantê-la num local com alguma sombra, adubando-a de vez em quando.
Esta foi a primeira que me floresceu este ano, mas espero ver a flor de muitas outras que tenho a crescer.
O curioso deste jarro, especificamente, é que as folhas são todas verdes, não tendo aquelas pintinhas brancas tão características dos Jarros de cor.


Nome Cientifico: Zantedeschia aethiopica

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Lilium Candidum





Para quê outro título?


É o primeiro ano que as tenho, alías, tenho estes 4 bolbos desde o Verão passado, quando já estavam em dormência.
Desde o Outono quando apareceram as primeiras folhas, que não tiro os olhos desta planta.


Tem um ciclo de crescimento espantoso: inicialmente as folhas formam uma roseta. Após uns dois meses, começa a surgir um caule, sempre com folhas. À medida que o caule vai crescendo, as folhas vão diminuindo de comprimento, até que começam a aparecer os botões florais, todos muito juntinhos, e já quase sem folhas.


Assim que a flor está prestes a abrir, o botão deixa de estar virado para cima e descai para ficar na horizontal.


E a partir daqui, palavras para quê? Só se for para dizer que tem um cheiro delicioso, fresco, doce, subtíl e não encontro mais palavras para descrevê-lo. Nem os Liliums Orientais, que cheiram maravilhosamente, conseguem este aroma único próprio da espécie botânica.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

E em contraste...



Como tinha dito, os Gladiolus Nanus existem em várias cores. Um outro que está agora em flor é este vermelho, cuja foto não consegue apanhar bem a cor. Parece quase veludo. E ainda é mais pequenino que o branco.

domingo, 13 de maio de 2007

A Pureza do Branco


Os Gladiolus são plantas muito conhecidas e apreciadas por grande parte das pessoas. Normalmente vemo-los em quase todos os jardins a partir desta altura, e não há dúvida de que fazem um belo quadro. Também os tenho, não muitos, mas, e há sempre um mas, "descobri" outros Gladiolus, os Nanus, e desde então os outros ficaram para segundo plano.


Os Galiolus Nanus são mais pequenos, de várias cores, que vão desde o rosa claro ao vermelho, ao branco com umas pintas rosa fucshia nas pétalas debaixo, até ao branco. E são esses brancos, raiados ligeiramente de amarelo limão que, por serem tão simples e belos, vos trago aqui hoje.

Fora do Tempo


Já não esperava ver flores das Anémones este ano, ainda mais em vermelho. Tenho comprado muitas todos os anos, umas vão adiante, outras ficam pelo caminho, e as que florescem têm sido todas azuis: azuis simples, azuis dobradas, azuis, azuis, azuis. Parece que agora fui recompensada pelo esforço.

A flor é grande, maior que as famosas azuis, dá gosto olhar para ela. O caule cresceu tanto, que ontem e hoje com o vento que fez, já se tombou várias vezes, mesmo amparada com uma cana.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Um Hipp diferente


Todos os dias vou ver como estão os botões dos meus Hipp, resistindo à tentação de tentar abrir uma pétala para ver de que cor vai ser.

Uma destas manhãs, antes de ir trabalhar, fui espreitar e encontrei este, com umas flores enormes e dobradas. Não está muito alto, mas parece que até fica mais bonito assim, com as flores perto das folhas.

Este só tem um senão, ou melhor, não tem : Aquele cheiro tão típico dos Hipp antigos.
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