Já nesse tempo me fascinava ver que de um pequeno talo dessa planta, se colocado em água, ao fim de alguns dias começava a emitir raízes e se podia podia plantar.
Lembro-me também de que se retiravam os botões das flores, logo assim que apareciam, porque diziam que se se deixassem as flores abrirem, que a planta começava a definhar e morria. O certo é que, devido a isso, só muitos anos mais tarde é que vi a flor de um cóleo.
Não me lembro desde essa altura de voltar a ter estas plantas, por mais que busque nos confins da minha memória, não encontro lá nenhuma imagem de ter tido cóleos...provavelmente até tive e não me lembro...mas talvez não.
Há umas semanas encontrei esta planta à venda, junto com outras da mesma espécie. Mas esta chamou-me a atenção pelo seu colorido e pelas recordações que me trouxe. Veio comigo para casa, assim como as saudades de voltar a ser criança...
Solenostemon scutellarioides (Linnaeus) syn. Coleus blumei