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" Se não houver frutos, valeu a beleza das flores;
se não houver flores, valeu a sombra das folhas;
se não houver folhas, valeu a intenção da semente"
Henfil
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Cores Alegres

A alegria de ver flores no jardim nesta altura do ano é muito grande, mesmo que só as consiga ver bem ao fim de semana. De manhã sai-se a correr, à tarde chega-se de noite, passam-se cinco dias e perde-se tanta coisa bonita de ser ver.
No passado fim de semana tirei fotos às minhas Linárias, que apesar do frio, da chuva, dos dias de nevoeiro e humidade, do vento, enfim, apesar de ser Inverno, fazem tudo para perpetuar a espécie.

Há dois anos semeei algumas Linárias, e de lá para cá, já nascem todos os anos sozinhas pelo jardim, onde bem lhes apetece.
Para lhes fazer companhia, os Alyssum lá vão nascendo e logo desde bem pequeninos, vão dando florzinhas brancas. São os filhotes do Alyssum roxo que mostrei num post anterior.
As Tagetes estão todo o ano em flor, melhor dizendo, as mais velhas vão deixando cair sementes, nascem novas plantas, e nascem em tal quantidade que tenho que eliminar grande parte, pois se não o fizer, não há espaço para mais nada.
E ainda há mais, os Amores-Perfeitos começam a dar o ar da sua graça. Também vão nascendo onde lhes apetece e não gostam que os mude de casa. No fim de semana faço fotos destas pequenas belezas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Pequena Resistente


Desde o inicio do Verão que este pequeno Allissum não pára de dar flores.

Já nasceram novas plantinhas das suas sementes, com as florzinhas brancas.
Mais uma vez se confirma que as plantas nascidas de semente, nem sempre são iguais à planta mãe.

sábado, 24 de novembro de 2007

Um pouco de cor


Gosto de ter estas flores.
Junto com as pequenas bolbosas que estão agora a crescer, dão alegria ao canteiro, um pouco despido de cor.
Esta flor (as sementes), veio das Canárias, enviada pela minha amiga Mónica.
Todo o ano tenho Tagetes no jardim. Vão nascendo sozinhas, por vezes tendo que as desbastar.
A planta ainda é muito pequenina, mas creio que quando crescer, ao dar várias flores ao mesmo tempo, será muito bonito de ver.
Além de tudo, estas plantas têm uma particularidade: dizem que as suas raizes libertam uma substância que repele os insectos, pelo que por vezes se vêm plantadas em hortas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Campsis em Flor








A minha Campsis voltou a florir este ano. A primeira floração foi em Junho, muito mais carregada do que agora.

É uma planta muito bonita, que perde a folhagem no Inverno, ficando só os ramos secos, muito secos mesmo, fazendo lembrar as videiras. Mas na Primavera e Verão é dona de uma folhagem linda. É muito resistente, rego-a poucas vezes, nunca a vi com pragas ou doenças. Só tem um senão, para alguns, cresce muito e as suas raizes são terríveis. Há quem diga que quando são grandes, podem abalar a estrutura de um muro, o que me custa a crer, mas...

sábado, 30 de junho de 2007

Erva das Azeitonas


Só conheço esta planta por Erva-das-Azeitonas. Quando era pequena lembro-me da minha avó a ir apanhar junto dos pés das oliveiras e colocá-la na água onde estavam as azeitonas.
Há uns tempos atrás, depois de muitos anos sem ver esta planta, mesmo em frente a minha casa, junto ao pé de uma oliveira (sempre vi estas plantas junto aos pés das oliveiras), lá estava uma plantinha destas, muito pequenina, no meio de outras ervas. Não resisti e apanhei-a, e com muito cuidado, plantei-a no meu jardim. Desde então, tenho sempre o jardim repleto das Ervas-das-Azeitonas, que larga muitas sementinhas minúsculas. Até foi nascer uma entre os mosaicos do chão, não sei do que se alimenta e onde cabem as raizes, mas ela lá está, é esta da segunda foto, feliz e contente.
Mesmo que venha a saber o seu nome latino, para mim, será sempre a Erva-das-Azeitonas, com um cheiro inconfundível, e as azeitonas temperadas com esta erva ficam divinais.

domingo, 17 de junho de 2007

Uma Rosa



Tenho poucas roseiras, mas das poucas esta é a minha preferida. Não sei o nome dela, mas não me importo. Olhar para as suas flores e sentir-lhes o aroma é para mim mais importante que saber como se chama.

Falando da roseira: Comprei-a há uns anos, com a raiz envolta num saco, e sem folhas. Conforme foi crescendo, constatei que era um pouco diferente das outras, pois crescia muito alto. Já chegou a ter dois metros de altura.

Os botões quando começam a abrir, são quase todos brancos, tornando-se mais avermelhados com o passar dos dias. Ao contrário de muitas rosas, esta consegue manter-se assim durante mais de uma semana, com este tons e as pétalas frescas como se tivessem acabado de abrir. Também mantém o aroma durante este tempo, o qual é muito intenso, mas muito agradável. A roseira é dona de um incontável número de espinhos, uns grandes outros pequenos, só nos caules perto das rosas é que tem menos. É uma planta resistente, mas tem um senão, é muito propensa a apanhar "ferrugem", a qual não consigo combater, por mais produtos que aplique.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Amarelo e Branco




E quando as flores das bolbosas murcham, lá estão as pequeninas para alegrar os vasos.
Estes Amores-perfeitos nasceram sozinhos de sementes do ano passado, que cairam ao chão, sem eu dar por isso, e este ano, quando a Natureza as chamou a despertar, começaram a surgir plantinhas aqui e ali . Depois, só tive que as mudar para os vasos ou para os canteiros. É que às vezes nascem em sitios mais escondidos e muito juntas, sendo necessário mudá-las de sítio.
As florzinhas brancas são os Alisos (Alyssum Maritimum). Comprei dois vasinhos, que tinham várias plantinhas cada um, desde o branco ao roxo, passando pelo cor de rosa. Para mim, as brancas são as que mais realçam. Também comprei uns pacotinhos de sementes e lancei-as "ao vento". Algumas nasceram no meu jardim, outras provavelmente nasceram no jardim do vizinho!
A vantagem destas plantas, é que tendo-as uma vez, têmo-las sempre. Multiplicam-se por si só, sem termos que nos preocupar em recolher sementes. Sempre se colhem algumas sementes para oferecer, mas para cá para casa, não vale a pena.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Para começar


Esta Primavera tive este presente, que para mim é muito especial, já que foi fruto de umas sementes silvestres que colhi há dois anos. É uma planta que só dá flor no 2º ano, mas vale a pena a espera. Não cresceu tão alta como a progenitora, que tinha mais de 1 metro de altura. Colhi as sementes quando fui passar uma tarde no Rio Bestança, que posso-vos dizer, tem as águas tão límpidas que até se vêm os peixinhos. O fundo é repleto de pedras, daquelas pedras redondas, todas encima umas das outras, é há umas enormes que até saem acima do nivel da água. Bem , pelo menos naquele sítio é assim, é como uma mini-praia fluvial.

Voltando à Digitalis, logo na margem do rio, lá estavam elas, imponentes na sua floração rosa fuschia escuro, mas algumas já tinham terminado a floração e amadurecido as sementes. Colhi algumas, guardei-as religiosamente, e no inicio da Primavera lancei-as à terra. De todas as que nasceram, só estas foram adiante. Agora já estão elas a ganhar sementes, com a preciosa ajuda deste incrível insecto, que cada vez que entrava dentro de uma das flores, sacudia cá para fora quase todo o pólen, tanto pólen caia que polvilhava as folhas de branco.

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